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And now introducing: Marcelo on the catwalk

Hoje, 21 de janeiro de 2006, um dia histórico. Será um marco na vida de muitos que nos conhecem. Para outros um espanto! Foi como me ver queimado de sol em uma praia do nordeste há 6 anos.

E hoje, 21 de janeiro de 2006, renascem os mitos, as lendas, os folclores, a vida em sua forma mais sutil/futil.

O pilar de um único dia historicamente fabuloso. Para mim, um dia marcado pelo surrealismo-fantástico-real desta data. 21 de janeiro de 2006, mais precisamente às 18:00hs no pavilhão da bienal.

Alexandre Herchcovitvh prêt-à-porter

Desfile da coleção outono inverno 2006.

Mais amazing que isso é o que marcará essa data. Um verdadeiro fenômeno.

É o dia em que Marcelo Albuquerque Copati, dono de uma verdadeira aversão à tudo o que representa o termo "moda", estará presente na sala 2 do prédio da fundação bienal, assistindo ao deslife masculino. Marcelo, que odeia o mundo fashion com todas as forças de seu ser, estará básico, de camiseta hering, calça jeans e tenis, ao meu lado.

Momento histórico....

Wait for more information here.



Escrito por V às 14h14
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Escrito por V às 16h01
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Em São Paulo, onde cada vez mais o relógio e o status são os fatores para a melhoria de vida, as amizades sempre ficam em segundo plano. E embora sejamos todos afetados pelo modo de vida apressado da cidade, ainda é possível encontrar bons amigos. Para algumas pessoas, como eu, uma amizade depende de fatores que vão além do rosto. Para mim um amigo deve possuir as qualidades de um espírito livre, de uma alma honesta, e de uma porção de sentimentos recíprocos. Mas também devem ser críticos em tudo. Talvez eu esteja já falando das três pessoas que cruzaram a minha vida no ano passado e atravessaram minh´alma com todas essas qualidades que citei e mais um milhão de outras tantas. A essas três pessoas dedico a minha felicidade em ainda acreditar na amizade como, junto com o amor,o segundo motivo pelo qual estamos aqui.

Minha alegria é saber que, em São Paulo, no meio de mentiras, máscaras, loucuras, encontrei almas iluminadas pela beleza, pela honestidade, pela inteligência, pela elegância, por tudo o que essas pessoas representam. E as amo por isso. Por me fazerem acreditar que não é preciso filosofia, psicologia, ou psicanálise, para poder acreditar na vida.

Marcelo

Carol, Camila e Bia. Essse texto é pára vocês que, nos últimos meses, me fizeram acreditar  no cisne de plumas douradas, na amizade.



Escrito por V às 15h46
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It´s to damm hot....

Depois de fazer 34,5 C°, a vida em São Paulo continua...Todos tomando sorvetes, água gelada, Coca light com muito, muito gelo e, é claro, muita roupa curta em corpos não tão esculturais....misture isso a uma ida ao centro da cidade e teremos a seguinte equação:

Vitor + calor + ir ao centro + trânsito = dor de cabeça.

E calor em São Paulo é assim, como diria Amanda, muita mina zuada, muito mino com o bigode repleto de gotas de suor e com a camiseta levantada mostrando a barriga espinhenta....

Calor....



Escrito por V às 16h28
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R$,R$,R$. To pay or not to pay. That is the question

Em São Paulo nada é gratuito. Tudo se paga. Restaurantes, cinema, teatro, shows, uma ida rápida ao Ibirapuera etc. Se contarmos gasolina ou dinheiro para a condução nada sai gratuito.

Por que nos preocupamos tanto em pagar contas? A questão só pode e deve ser explicada pela moral ou o dever cívico. Alguns filósofos ao longo dos séculos tentaram definir a sociedade dentro de um esquema. Rosseau, Decartes, Kant e até mesmo a cultura popular definiram que pagar contas é um dever e não uma necessidade.

Tudo começou com a implantação de sistemas de governo, ou , a criação do Estado como protetor da sociedade. É ao Estado que devemos responder. Assim sendo, é ao Estado que devemos prestar contas, já que é ele que tem o poder de incluirmo-nos em serviços de proteção ao crédito. Tais serviços foram criados a fim de proteger grandes, médias e pequenas empresas que "gentilmente" nos oferecem crédito, cujo pagamento supostamente pode ser feito sem que isso prejudique a renda familiar.

Mas quando o assunto é pagar, qual a melhor alternativa? Colocar na balança diversão x pagamentos. Qual pesa mais?
Para alguns pagar é uma necessidade vital, para outros, como eu, pagar é simplesmente nada. Sempre escolho o outro lado da balança. Mas o que vale mesmo a pena? A questão não é pay or not to pay, mas how to pay? Ou melhor why pay...(?)

pagando as contas o dinheiro acaba. nao pagando ele dura. Para mim a alternativa mais lógica é fazer o dinheiro durar. Não?

 

 



Escrito por V às 19h27
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